terça-feira, 29 de abril de 2014

Comprar imóvel para investir é roubada? Especialistas respondem – IG


Quase metade dos brasileiros (48%) acredita que 2014 não é bom momento para comprar um imóvel no Brasil, mostrou uma pesquisa feita pelo site VivaReal com cerca de 2800 consumidores e agentes imobiliários. Outros 35% pensam o oposto, e o restante (17%) fica em cima do muro.
Não há consenso se investir em imóveis para alugar ou revender ainda é sinônimo de lucro certo ou pode ser uma barca furada, conforme o estudo.
Mas quando se trata de preços, a grande maioria dos brasileiros concorda que eles estão fora da realidade – ainda que os mais próximos deste mercado discordem sobre a existência de uma possível bolha imobiliária.
Para 93% dos consumidores, os valores anunciados estão altos ou muito altos, enquanto apenas 7% consideram os preços adequados. A visão dos profissionais do mercado (corretores ou agentes imobiliários) não é muito diferente: 82% acham que os valores também estão acima do ideal, ao passo que a minoria (17%) julga o atual cenário aceitável.
Apesar da insatisfação com preços, não há dados que sinalizem uma queda no horizonte. Segundo o último relatório do índice FipeZap, o valor do metro quadrado anunciado para venda no Brasil cresceu 13,7% em 2013, e continua a subir este ano.
A novidade é que, em março, a valorização foi menor que a inflação oficial: 0,64% em relação a fevereiro, contra 0,84% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mesmo período.
Para consultores financeiros, comprar um imóvel com o intuito de investir é bem diferente de financiar a casa própria para morar. O rendimento do aluguel precisa ser compatível com o valor investido no bem, ou o preço de revenda deve ser consideravelmente maior que o de compra para compensar o investimento.
Nem sempre é fácil prever essa relação, o que torna a aposta em imóveis algo para quem tem bom faro para o negócio, defendem os especialistas. Confira cinco opiniões de quem acompanha o mercado imobiliário sobre se 2014 é um bom momento para mergulhar de cabeça no investimento em imóveis:

1. SINAL VERDE
Janser Rojo, sócio da Soma Invest
“Oportunidades ainda existem em cenário de acomodação”
“Diferentemente da casa própria, o imóvel para investimento exige do comprador mais cuidado e tempo para encontrar boas oportunidades. Elas sempre existem, em qualquer período, só é preciso saber ir atrás. Não é possível saber ainda se após a Copa do Mundo haverá um cenário melhor para investir em imóveis. Vai depender do andamento da economia e dos fatores que afetam a dinâmica das cidades, como geração de empregos e produtividade na indústria. Isso afeta diretamente o mercado imobiliário”.
2. SINAL VERMELHO
Roberto Navarro, fundador do Instituto Coaching Financeiro, programa de educação financeira
“Não é bom momento para investir”
“Essa não é a melhor hora para quem pensa em investir em imóveis. A melhor forma de não perder dinheiro com um investimento [em tempo de preços altos] é comprar um terreno, de preferência em um condomínio fechado e construir uma casa. Assim, dá para reduzir em até a metade o valor investido. Nesse caso especificamente, passa a ser um bom negócio, sim”.
3. SINAL VERMELHO
Reinaldo Domingos, planejador financeiro do instituto DSOP e autor do best seller Terapia Financeira
“Não invista em imóveis nos próximos cinco anos”
“O preço dos imóveis não vai aumentar. Mesmo que não haja retração, o valor deve cair em relação à inflação. Por isso, não oriento qualquer investimento em imóvel neste momento. Não será possível tornar o investimento rentável neste período. A melhor decisão é capitalizar o dinheiro que você conseguir juntar para esperar que ocorra a acomodação de preços. Historicamente, os imóveis não têm liquidez (facilidade em vender), e isso deve se agravar daqui para frente, porque a recente valorização não condiz com a realidade econômica do País. Os preços só não vão despencar porque os financiamentos habitacionais vão segurar este mercado”.

4. SINAL VERDE
Suyen Miranda, consultora financeira
“Imóveis de um dormitório e casas adaptadas para comércio vão gerar boa renda”
“Em regiões urbanas e com problemas de transporte público, os imóveis menores estão disputadíssimos para aluguel e moradia. Pessoas mais velhas abriram mão de acomodações maiores com empregados domésticos para ter uma vida mais econômica. Para o investidor, sempre haverá boas oportunidades neste mercado. Comprar casas grandes e sobrados residenciais para transformá-los em imóveis comerciais, quando bem localizados, é um negócio bem lucrativo. Isso vale em todas as praças onde o transporte público está evidenciado e há problemas de locomoção urbana”.

5. SINAL VERMELHO
Antonio de Azambuja, economista e professor da Anhanguera Educacional
“Quem esperar vai encontrar condições mais favoráveis”
“Acredito que a partir de 2017 haverá uma freada do vigor da economia, já que não teremos mais a atenção de investidores estrangeiros voltada para o País, e isso vai refletir em desaquecimento e uma possível inadimplência nos financiamentos de imóveis. Quem juntar dinheiro agora para comprar mais para frente fará bons negócios no mercado imobiliário”

Presença militar dos EUA nas Filipinas

Angry Filipino protesters burn effigy of Barack Obama in protest against military pact in Manila on Tuesday. 
Manifestantes filipinos raiva queimar efígie de Barack Obama em protesto contra pacto militar em Manila nesta terça-feira. 
Centenas de manifestantes filipinos se uniram contra a visita do presidente Barack Obama e do pacto militar assinado com Washington.
Na terça-feira, a polícia de choque usou canhões de água para dispersar uma reunião de protesto na capital Manila
Os manifestantes estavam tentando fazer o seu caminho para a Embaixada dos EUA, mas foram parados por forças de segurança.
Os manifestantes rasgado e queimado a bandeira dos EUA e uma efígie do presidente Obama.
O protesto veio como Obama chegou segunda-feira em Manaila Filipinas na última etapa de sua turnê asiática de quatro nação.
O presidente dos EUA também se reuniu com as tropas americanas e filipinas, no segundo dia de sua visita às Filipinas. Cerca de 500 soldados norte-americanos foram baseados no sul das Filipinas desde 2002 para oferecer treinamento anti-terrorismo e inteligência para as tropas filipinas.
Manila e Washington assinaram recentemente um acordo de chamada melhorada de Cooperação em Defesa, que permitirá uma maior presença militar dos EUA nas Filipinas.
Ativistas filipinos argumentam que o acordo inverte conquistas democráticas alcançadas quando décadas de idade bases militares dos EUA foram fechadas no início de 1990.
Os ativistas argumentam que o pacto de 10 anos é prejudicial para a soberania do país.
O presidente das Filipinas, Benigno Aquino, disse que o acordo visava a aprofundar os laços EUA-Filipinas e iria promover "a paz ea segurança regional."
No entanto, um grande número de filipinos são contra o acordo que permite que os EUA caças para pré-posição e navios na região.
Observadores acreditam que o esforço dos Estados Unidos para aumentar sua presença na região é destinada a conter a China, que surgiu como a maior ameaça à hegemonia dos EUA.
No último dia de sua viagem pela Ásia, o presidente Obama prometeu apoio militar inviolável para as Filipinas. As Filipinas, juntamente com vários outros países da região estão trancadas em disputas com a China mais de pequenas ilhotas e recifes no Mar do Sul da China.
Isto é, enquanto Pequim já havia solicitado Washington para ficar fora das disputas regionais.

JR / PR

Haverá uma Fukushima chinesa?

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O ramo atômico chinês está em ascensão. Mas quem irá pagar as contas, se, de repente, a China for palco de um acidente análogo ao de Fukushima, no Japão, ou de Chernobyl, na antiga URSS?

A falta de uma resposta clara a esta pergunta, obriga as autoridades chinesa a atualizarem a legislação na esfera de segurança energética, criando um mecanismo de seguros contra os riscos nucleares.
A China nunca sofreu incidentes sérios em suas usinas atômicas. Mas agora, quando o governo chinês tem apostado num desempenho acelerado da energia nuclear, a questão de um cenário trágico vem perdendo a sua ressonância hipotética.

Os governos de muitos países, inclusive o chinês, têm usado a energia nuclear com fins pacíficos sem prever quaisquer pagamentos de seguros em caso de acidentes, prometendo indenizar apenas uma pequena parte das despesas relacionadas com o combate às consequências de tais incidentes.

Entretanto, qualquer acidente do gênero é capaz de provocar prejuízos avaliados em somas astronômicas que podem levar à bancarrota de um operador ou de um país inteiro. Segundo cálculos de peritos ocidentais, os efeitos de uma potencial catástrofe na Alemanha podem rondar 11 trilhões de dólares. O seguro necessário de cada reator constitui apenas 3,7 bilhões de dólares. Após o acidente na Fukushima, o Executivo nipônico pagou às vítimas um subsídio único igual a 3 bilhões de dólares. Com isso, os danos reais ainda não foram calculados.

Uma comissão ad hoc junto do Comitê de Protecção Ambiental foi encarregada de preparar um projeto-lei de segurança nuclear em que serão indicados os valores de compensações a pagar no caso de acidentes. O diretor-geral da Associação Nacional de Seguradoras, Zuo Huiqiang, em uma entrevista à revista Caixin, revelou que o projeto será aprovado no decurso de um ou dois anos.

A China terá que fazer muita coisa até poder criar um plano de recompensas. Em vários países, os riscos nucleares são compensados pelo Estado. É que as empresas de seguros particulares não podem carregar as tamanhas despesas e assumir uma enorme responsabilidade que lhes possa caber. Os seus limites para apólices de seguros no caso de acidentes nucleares são os mais baixos no mundo inteiro.

A responsabilidade pelos seguros na área nuclear civil cabe à Associação nacional de Seguradoras que reúne 25 companhias. Todavia, o seu volume geral prevê uma compensação no montante de 300 milhões de yuan, ou seja, 46 milhões de dólares. No Ocidente, o maior valor de seguros foi estabelecido na Bélgica – 1,5 bilhões de dólares. A Suíça e o Japão prevêem recompensas no valor de 1,2 bilhões.
Peritos assinalam que a China poderia intensificar a sua participação no Sistema Internacional de Seguradoras que integra 27 países “atômicos” e 270 companhias de seguros. Nos últimos 50 anos, este organismo internacional pagou compensações por demandas relativas a mil incidentes no domínio da energia nuclear, inclusive o maior acidente na usina de Three Mile Island (EUA) e um acidente ocorrido na central de Tokaimura (Japão).

Felizmente, as catástrofes nucleares de larga escala não são muito frequentes. O acidente de Fukushima foi o último desse gênero. Todavia, um aumento de seguros poderá aumentar dispêndios no setor em relação às despesas que se verificam em ramos tradicionais. Claro que o Estado tem de participar do processo de aperfeiçoamento do sistema de seguros nessa área, devendo garantir segurança à sociedade e dando a entender que os proveitos com a utilização da energia atômica são muito maiores do que os riscos.
Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_28/havera-uma-fukushima-chinesa-7895/

Chefe do Serviço de Migração russo: Ucrânia está à beira de catástrofe humanitária

Konstantin Romodanovsky, Rússia, imigrantes
Konstantin Romodanovsky

Os sintomas de uma catástrofe humanitária na Ucrânia estão se tornando cada vez mais perceptíveis e a situação é alarmante, disse o chefe do Serviço Federal de Migração, Konstantin Romodanovsky, falando esta terça-feira no Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo).

Segundo ele, o Serviço Federal de Migração russo recebe todos os dias até 6 mil pedidos por parte de cidadãos ucranianos que desejam ficar na Rússia por estadias de longa duração.
"Eles temem o agravamento da situação na Ucrânia", explicou Romodanovsky.

Como poderia evoluir conflito por causa das ilhas de Senkaku?

 ilhas de Senkaku, Japão, EUA

No quadro da visita ao Japão, o presidente americano Barack Obama declarou que os Estados Unidos estão dispostos a cumprir seus compromissos e defender as ilhas de Senkaku.

Há dias, tornou-se conhecida também a intenção do Japão de construir uma estação de radar na ilha de Yonaguni, situada a 150 km das ilhas disputadas, o que provocou declarações duras da parte chinesa. Tudo isso voltou a atrair atenção de analistas a perspectivas do possível conflito armado entre a China e o Japão.
As ilhas de Senkaku (Diaoyu) são no fundo enormes rochas que sobressaem de água e não apenas são pequenas, mas têm também um relevo muito complexo. Sua ocupação militar em sentido habitual da palavra não tem sentido. Efetivamente, como poderia ser uma ação voltada para estabelecer controle sobre as ilhas, o maior das quais tem uma área um pouco superior a 4 quilômetros quadrados e a segunda maior ilha pelo território constitui cerca de 1 quilômetro quadrado?
De fato, participantes de litígios territoriais no mar da China Oriental ocupavam também ilhas menores, construindo nelas obras de concreto à semelhança de fortificações medievais. Mas estas estruturas são destinadas principalmente para uma fixação política da situação já existente, não podendo resistir a um sério ataque. Além disso, a construção de quaisquer obras permanentes exige muito tempo.
No caso de a China ou o Japão tentarem instalar unidades terrestres nas ilhas, estas forças não terão qualquer importância militar. Por causa da pequena superfície e do relevo incômodo, elas não poderão fixar-se, mascarar-se, desenvolver infraestrutura necessária e desdobrar armas pesadas. Serão alvos para a aviação com bombas e foguetes de alta precisão.
Deste modo, a ocupação física das ilhas será apenas um ato simbólico sem qualquer importância militar. Provavelmente, na operação não serão utilizadas forças consideráveis. Pelo visto, as ilhas poderiam ser ocupadas em resultado de um reide instantâneo de um destacamento especial pouco numeroso que içará bandeira e, possivelmente, ficará nas ilhas para demostrar que elas não serão rendidas sem combate. Este será em primeiro lugar um passo político e não militar e o próprio destacamento deixará de existir no caso da continuação do conflito.
Nesta incursão rápida poderiam ser utilizados helicópteros de baseamento terrestre ou naval. Provavelmente, partindo dos objetivos da luta pelas ilhas, o Japão tem planos de comprar aos EUA aeronaves militares multifunção MV-22 Osprey, capazes de efetuar pousos e decolagens verticais e em terreno curto.
O adversário poderia tentar evitar a escalada do conflito e arrebatar as ilhas utilizando seus destacamentos especiais, mas tais atos são arriscados. Em sentido militar, a luta por estas ilhas pequenas só pode decorrer em forma de uma batalha aérea e marítima, em que são inevitáveis perdas consideráveis das partes. Por outro lado, esta seria uma batalha entre grandes frotas comparáveis pelo nível técnico, que não aconteceu desde os tempos da Segunda Guerra Mundial. Os confrontos navais no quadro de conflitos locais (guerras árabe-israelitas, indo-paquistanes as e das Malvinas) tiveram escala limitada e decorreram frequentemente em condições de desequilíbrio brusco das forças das partes.
Uma verdadeira batalha naval pode levar aos resultados inesperados e imprevisíveis e por isso nenhuma parte terá certeza da vitória. Muitas tecnologias e ações táticas, ensaiadas em testes e manobras, podem falhar, como já acontecia várias vezes em guerras do século XX. A compreensão disso pode ser o melhor fator de dissuasão para as partes conflituantes.

Catástrofe Chegando? Peixes pescados no Japão podem revelar algo assustador.


Peixes abissais encontrados

No dia 22, foram encontrados 105 peixes da espécie  "Photonectes" que vivem normalmente em profundidades maiores de 1000 metros, somente um deles estava vivo, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar próximo a costa da província de Kochi. Um dia antes, 9 peixes da mesma espécie foram encontrados, e um especialista oceanógrafo disse à agência de notícias Kyodo que  "alguma catástrofe está acontecendo nas profundezas do mar". De acordo com o NPO Nihon Umigame Kyogikai que investiga o estado da vida marinha nos mares do Japão, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar foi encontrado uma espécie de peixe que não tem muitas informações detalhadas pelos especialistas.

As redes estavam há apenas 70 metros de profundidade. O tamanho do peixe varia de 10 a 25 cms. O peixe que sobreviveu, morreu algumas horas depois. No mesmo dia, segundo relatos passados na prefeitura de Fukui , um tipo raro de baiacu, "mafugu" , foi encontrando em abundância, totalizando 46 toneladas. O número médio pescado por dia é de 200 quilos. Os pescadores estavam mais do que satisfeitos, mas também estavam incomodados com a grande quantidade . “Eu sou pescador há mais de 50 anos, e eu nunca vi nada parecido com isso", disse um morador local. “A única maneira de saber o que realmente está acontecendo é perguntar para o peixe."

Alguns especulam que o aparecimento dos peixes raros no raso tem relação com as mudanças climáticas, alterações em correntes oceânicas, erupções vulcânicas em profundidade ou que seja até um aviso da própria natureza para alguma catástrofe que está por vir, como por exemplo, um grande terremoto e uma possível tsunami. Por enquanto, o assunto está sendo estudado pelos oceanógrafos e outras cientistas japoneses.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rússia está pronta para ajudar na resolução da crise ucraniana



ucrânia, rússia, sanções

A língua de ultimatos é inaceitável para a Rússia. Moscou está pronta para continuar a ajudar na resolução do conflito na Ucrânia, afirma um comentário do Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgado em conexão com a recente declaração do G7 sobre a crise na Ucrânia.

O ministério sublinhou que, no país, deve ser parada toda a violência, rejeitando qualquer extremismo, desarmandos os grupos ilegais e, acima de tudo, os militantes do Setor de Direita que ameaçam a vida de pessoas.

No sábado, os países do G7 acusaram a Rússia da não realização dos acordos de Genebra de 17 de abril e ameaçaram com novas sanções.

Negociações entre Rússia, Ucrânia e UE sobre gás são marcadas para 2 de maio

gás

Os representantes da Rússia, Ucrânia e UE planejam discutir a questão do gás dia 2 de maio, em Varsóvia, divulgou o Ministério da Energia da Rússia após uma conversa telefônica entre o ministro da Energia, Alexander Novak, e o comissário de Energia da UE, Guenther Oettinger.

A delegação ucraniana deve confirmar, em breve, a sua participação das negociações.
Enquanto isso, o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatsenyuk, fez esta segunda-feira uma série de declarações ásperas sobre a cooperação com a Gazprom. Segundo ele, Kiev, insatisfeita com o preço e várias outras disposições do contrato, lança uma ação judicial contra a empresa.

sábado, 26 de abril de 2014

Buscas do Boeing 777 são as mais caras na história da aviação

Buscas do Boeing 777 são as mais caras na história da aviação 

As operações de busca do Boeing malaio desaparecido, que se prolongam já há mais de um mês, bateram todos os recordes de custos da história da aviação.

Segundo estimativas feitas pelos jornalistas, só no primeiro mês de buscas foram oficialmente despendidos $44 milhões, montante equivalente ao anterior recorde de custos estabelecido aquando das buscas do avião da Air France que em 2009 caiu no Atlântico durante um voo Rio-de-Janeiro – Paris.

Entretanto, as buscas do avião malaio prosseguem.
O Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines, que tinha partido de Kuala Lumpur com destino a Pequim, desapareceu na noite de 8 de março com 239 pessoas a bordo.

Mistério: Buracos Estranhos Aparecem em Toda Parte

Desta vez foi na cidade de Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. A cratera foi aberta depois das fortes chuvas que castigaram a região, provocando inundações e levando as autoridades a decretar estado de emergência.
Não sei o que está acontecendo com a Terra, mas que há algo estranho demais acontecendo, há ! Essas crateras têm surgido em diferentes partes (vejam posts aqui no blog) e ninguém dá uma explicação satisfatória. 



 


Em 2010, na Cidade da Guatemala, abriu um buraco de 15 metros, engolindo um prédio de três andares inteiro. As imagens impressionantes de "buraco" na Guatemala turnê mundial


Cratera em Pequim
 
Um grupo de espectadores a uma distância segura para observar o buraco gigante abriu uma rua altamente traficadas em Pequim, indiendo uma van. Cientistas chineses preferem não tirar conclusões precipitadas. "As causas são múltiplas", diz Wei Pequim Geological 

Jinglian.cauda caminhão saindo dos escombros no poço que se abriu no centro de Pequim, 26 de abril. O motorista eo passageiro foram capazes de saltar para fora do carro antes do fim no buraco, deixando apenas feridos. O buraco tem cerca de 8 metros de largura e 10 de 

profundidade.


O que a mídia não mostra: O misterioso buraco em prédio de São Bernardo do Campo
O que realmente aconteceu?

Bombeiros que trabalham na retirada de escombros do prédio que desabou parcialmente no Centro de São Bernardo do Campo, no ABC, na noite desta segunda-feira (6) fizeram fotos do interior do edifício.


 
Buraco misterioso aparece dentro de casa na Cidade da Guatemala. Ele tem 12,2 metros de profundidade e 80 centímetros de diâmetro. Autoridades ainda não sabem o que provocou o fenômeno


. 





 









China: Crateras engoliram parte de casas e causaram acidentes nas estradas.


Imagine abrir a porta de seu banheiro e dar de cara com um buraco. Foi o que aconteceu com um morador na província de Hunán, na China.
 

Nas últimas semanas, dezenas de crateras começaram a se abrir pelo território chinês, engolindo um parque de diversões infantil, parte de casas e causando acidentes em estradas. Segundo geólogos, o aquecimento global é o responsável pelo surto de buracos no continente.

                                          


Um buraco misterioso está enterrado em algum lugar nas montanhas do leste de Ellensburg, Washington, EUA e tem promovido todos os tipos de histórias estranhas, algumas explicáveis, outras não.

Ninguém sabe se há água lá embaixo ou quanto profundo é o buraco. Alguns moradores familiarizados com o assunto chegam até a relatar eventos sobrenaturais como uma nave espacial que teria aparecido próxima ao buraco e pairado por alguns minutos sobre ele.




Mas não é só isso. Todos os buracos são perfeitamente cilíndricos e lisos. Ainda por cima, não há rastro, marca ou mesmo depósitos de material que foi retirado do solo para a criação do buraco. A terra, 

sedimentos e pedras são aparentemente cortados e levados para algum lugar de maneira totalmente misteriosa, decida a ausência de estradas e marcas. Alguns investigadores particulares estão usando técnicas de espeleologia (investigações de cavernas) para descobrir o que há no final dos buracos.



BERLIM - Uma cratera de cerca de 30 metros de profundidade por 30 metros de diâmetro se abriu em uma área residencial da cidade de Schmalkalden, no leste da Alemanha, engolindo um carro e uma porta de garagem, mas sem deixar feridos. 




O buraco que se abriu no centro da Cidade da Guatemala, depois das fortes chuvas, tem 60 metros de profundidade por 20 metros de diâmetro.


A cratera engoliu um prédio de três andares e toda uma esquina. Um segurança privado que trabalhava no local deve ter morrido no acidente.

Estamos nos aproximando de uma nova Era Glacial?

O que a ciência diz...

 

 http://signs2012.files.wordpress.com/2012/02/icer.jpg

O efeito de aquecimento de CO2 que adicionamos à atmosfera é muito maior que a influência de mudanças na órbita da Terra ou da atividade solar, mesmo que esta caísse para os os níveis do Mínimo de Maunder.

Argumento cético...

"Um dia você vai acrodar enterrado embaixo de nove andares de neve. É tudo parte de um ciclo estável, previsível e natural que retorna como um relógio a cada 11.500 anos. E como a última Era Glacial terminou quase que exatamente há 11.500 anos..." (Ice Age Now)
Há apenas alguns séculos, o planeta experimentou uma leve era glacial, que recebeu o nome pitoresco de Pequena Era do Gelo. Parte da Pequena Era do Gelo coincidiu com um período de baixa de atividade solar chamado Mínimo de Maunder (batizado em homenagem ao astrônomo Edward Maunder).

 Acredita-se que uma combinação de atividade solar mais baixa e maior atividade vulcânica constituiu na maior causa deste fenômeno (Free 1999, Crowley 2001), com mudanças na circulação oceânica que também tiveram efeito nas temperaturas européias (Mann 2002).


Figura 1: Irradiância solar total (TSI, na sigla em inglês). TSI de 1880 até 1978 de Solanki. TSI de 1979 a 2009 do Physikalisches-Meteorologisches Observatorium Davos (PMOD).

Será que estamos nos aproximando de outro mínimo de Maunder? A atividade solar está mostrando atualmente uma tendência de resfriamento de longo prazo. 2009 teve a irradiância solar mais baixa em mais de um século. Porém, predizer a atividade solar futura é problemático. A transição de um período de 'grand maxima' (a situação da segunda metado do século XX) para uma 'grand minima' (a condição do Mínimo de Maunder) é um processo caótico e difícil de prever (Usoskin 2007).

Digamos, apenas a título de argumento, que o sol entrasse em outro Mínimo de Maunder no século XXI. Que efeito isso teria sobre o clima da Terra? Simulações da resposta climática nesta condição concluem que a diminuição de temperatura devido a isso seria mínima comparada com o aquecimento por gases estufa de origem humana (Feulner 2010). O resfriamento causado por essa hipotética menor atividade solar seria de cerca de 0,1ºC (com um valor máximo estimado de 0,3ºC), enquanto o aquecimento por gases estufa é de 3,7ºC a 4,5ºC, dependendo de quanto CO2 nós emitirmos ao longo do século XXI (mais a respeito deste estudo...)

Figura 2: Anomalias médias globais de temperatura de 1900 a 2100 relativas ao período 1961-1990 para os cenários A1B (linhas vermelhas) e A2 (linhas rosa) e para três diferentes forçantes solares correspondendo a um ciclo de 11 anos típico (linha contínua) e para um novo 'grand minimum' com irradiância solar conrrespondendo a recentes reconstruções da irradiância do Mínimo de Maunder (linha tracejada) e uma irradiância ainda mais baixa (linha pontilhada). As temperaturas observadas pelo NASA GISS até 2009 também são mostradas (linha azul) (Feulner 2010).

Entretanto, nosso clima experimentou mudanças muito mais dramáticas que a Pequena Era do Gelo. Ao longo dos últimos 400.000 anos, o planeta experimentou condições de Eras Glaciais, pontuadas por breves intermalos mais quentes a cada cerca de 100.000 anos. Nossa atual era interglacial começou há cerca de 11.000 anos atrás. Poderíamos estar à beira do final desta nossa interglacial?

Figura 3: Mudanças de temperatura em Vostok, Antártica (Petit 2000). Períodos interglaciais são marcados em verde.

Como se iniciam as eras glaciais? As mudanças na órbita da Terra fazem com que menos luz do sol (insolação) atinja o Hemisfério Norte durante o verão. A calota polar do norte derrete menos durante o verão e gradualmente vai crescendo ao longo de milhares de anos. Isso aumenta o albedo da Terra, o que amplifica o resfriamento, fazendo com que a calota polar aumente ainda mais. Este processo dura por cerca de 10 a 20 mil anos, trazendo o planeta a uma Era Glacial.

Nem todas as interglaciais duram o mesmo tempo. Uma perfuração de gelo do Domo C, na Antártica, proporcionou uma visão das temperaturas até 720.000 anos atrás. As condições climáticas de 420.000 anos atrás eram similares às condições atuais. Naquela época, a interglacial durou 28.000 anos, sugerindo que nossa interglacial atual poderia durar por tempo semelhante, sem a intervenção humana (Augustin 2004).

As condições atuais são similares às de 400.000 anos atrás, devido a configurações similares na órbita da Terra. Em ambos os períodos, a forçante das variações orbitais mostrou muito menos mudanças do que em outras interglaciais. Simulações com a órbita atual mostram que mesmo sem emissões de CO2, espera-se que a interglacial atual dure pelo menos 50.000 anos (Berger 2002).
 
Evidentemente, a questão de quanto tempo dura a interglacial sem intervenção humana é apenas hipotética. Nós estamos intervindo. Então, que efeito têm nossas emissões de CO2 em uma futura Era Glacial? Esta questão é examinada em um estudo a respeito do "gatilho" da glaciação - a diminuição necessária na insolação do verão do hemisfério norte para iniciar o processo de aumentar a calota polar (Archer 2005). Quanto mais CO2 houver na atmosfera, mais baixo precisa cair a insolação para disparar a glaciação.

A Figura 4 examina a resposta do clima a vários cenários de emissões de CO2. O azul representa uma liberação humana de 300 gigatoneladas de carbono - nós já ultrapassamos esta marca. A liberação de 1000 gigatoneladas de carbono (linha laranja) impediria uma Era Glacial por 130.000 anos. 

Se as emissões de carbono fossem 5000 gigatoneladas ou mais, a glaciação seria evitada por meio milhão de anos. Como as coisas estão hoje, a combinação de uma forçante orbital relativamente fraca com um longo período de permanência atmosférica do CO2 provavelmente gerará uma interglacial mais longa do que a que foi vista nos últimos 2,6 milhões de anos.


Figura 4: Efeito do CO2 de combustíveis fósseis na evolução futura da temperatura média global. O verde representa a evolução natural, o azul representa os resultados da liberção antrópica de 300 Gton C, laranja representa 1000 Gton C, e o vermelho 5000 Gton C (Archer 2005).

Assim, podemos ficar seguros de que não há nenhuma Era Glacial à espreita. Para aqueles com dúvidas persistentes de que uma Era Glacial poderia ser iminente, voltem seus olhos para a calota polar do Ártico. Se elas estiverem crescendo, então sim, o processo de 10.000 anos de glaciação pode ter começado. Porém, o permafrost Ártico atual está se degradando, o gelo oceânico Ártico está derrentendo e o manto de gelo da Groenlândia está perdendo gelo num ritmo acelerado. Dificilmente isso representaria boas notícias para a Era Glacial iminente.

 Fonte:http://www.skepticalscience.com/translation.php?a=53&l=10


Qual a nação mais mal educada do mundo?


http://www2.unicentro.br/eri/files/2014/04/bandeira-da-fran%C3%A7a.jpg

Uma pesquisa realizada pelo site Skyscanner, um comparador de preços de passagens  e de hospedagens da internet, mostrou os países mais “mal-educados” do mundo. De acordo com o levantamento, essas nações são as que possuem os moradores com atitudes mais grosseiras em relação aos turistas e ao convívio social com os próprios conterrâneos.

O resultado da pesquisa apontou que a França é o país mais antipático do mundo, fato que realmente não é nenhuma novidade. Em contrapartida, o Brasil, os países caribenhos e os filipinos ficaram entre as nações mais simpáticas.

A pesquisa foi feita com 1.200 pessoas. Os franceses registraram 19% dos votos negativos. O Brasil registrou apenas 0,08% das críticas.

Logo após a França estão Rússia, com 16,6%, e Reino Unido, 10,4%. Confira o ranking das nações mais mal educadas do mundo:

1.França 19.2%

2.Rússia 16.6%

3.Reino Unido 10.4%

4.Alemanha 9.9%

5.China 4.3%

6.EUA 3.3%

7.Espanha 3.1%

8.Itália 2.3%

9.Polônia 2.2%

10.Turquia 2.1%

O Brasil ficou na posição de número 20 do ranking.


 Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/qual-a-nacao-mais-mal-educada-do-mundo.html

O buraco negro pode devorar nossa galáxia? Entenda.



capa_galaxia



Existe um buraco negro no centro de cada galáxia. Esta foi uma conclusão recente dos cientistas. E, sim, isso quer dizer que as galáxias serão engolidas pelos seus próprios buracos negros. Mas calma a boa notícia é que este é um processo extremamente lento. 

Os buracos negros são sim “esfomeados” mas não saem por aí engolindo estrelas, planetas e tudo o mais que encontram pela frente. Eles ficam “quietos” por muito tempo sem mexer com os objetos próximos que o orbitam. Somente se eles chegarem muito próximos é que serão capturados pelo campo gravitacional.
  • Entenda

Vamos tomar como exemplo a Via Láctea, a mais fácil de ser estudada, já que vivemos dentro dela. O buraco negro supermassivo que existe no centro da nossa galáxia é envolto por uma “bola” formada por bilhões de estrelas, o chamado bojo estelar. Ao redor dele, há um disco achatado de estrelas que gira no centro. Nesse disco, vemos uma espiral onde se concentram nuvens de gás onde são formadas novas estrelas. A Terra está em um dos braços dessa espiral, bem longe do buraco negro central. Apesar de estar no meio de um banquete estelar, há algo que impede o buraco de sair devorando as estrelas do bojo. O bloqueio tem a ver com a física, e é uma coisa tão básica que a gente aprende no ensino fundamental: a gravidade.

Estudos revelam também novos dados sobre funcionamento dos buracos negros. Se um corpo celeste é capturado pelo campo gravitacional do buraco negro, não tem jeito, o corpo será puxado com tanta violência que vai perder a forma e a luz – e o que restar da sua matéria vai se integrar à massa do buraco.

Só que o campo gravitacional do comilão tem um limite, que os cientistas chamam de raio de maré. Suponhamos que uma nave espacial chegue bem perto do buraco. Ela seria atraída por ele, mas tem velocidade suficiente para escapar dessa enrascada. Se a espaçonave ultrapassar o raio de maré, não haverá velocidade que vai ajudar o piloto a escapar, e eles seriam destruídos. Neste raio de ação, a gravidade do buraco negro é maior do que força que mantém a nave “unida”, na sua forma original. A boa notícia é que, para ser engolido pelo buraco, o piloto teria de chegar bem perto.

Não há estrelas dando sopa dentro do raio de maré do buraco negro. Afinal, ele já engoliu o que conseguiu alcançar. As estrelas do bojo se movimentam seguindo órbitas próprias. Estima-se que a cada 10 mil anos, uma estrela sofra uma perturbação em sua órbita e se aproxime do raio de maré do buraco. Aí não tem escapatória: ele engole mesmo. 

A cada vez que ele devora uma estrela, seu potencial gravitacional aumenta. Como isso acontece a cada dez mil anos, ele vai demorar uns trilhões de anos para comer somente as estrelas do bojo. Para devorar a galáxia inteira, só daqui a uns quatrilhões de anos.

Fonte: UOL